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Poéticas sensoriais


O ritmo quase anacrônico dos corredores onde as cores se espalham O cheiro persegue o som propondo uma dança sincronizada, São formas e texturas espalhando-se num labirinto desordenado Os passantes são passado, estão presentes... Os olhos passeiam deslumbrados ou acostumados causando diferentes sensações, Querem ficar, querem partir. Os pregões noturnos arrastando-se em caracóis As luzes amareladas como minúsculos sóis ausentes Pequenos retalhos cosidos ao sabor da nuance das cores Tingindo o espaço demarcado, fragmentando, desconstruindo E, voltando a formar mosaicos fibrosos e desiguais. Vermelhos quase extintos, amarelos estarrecidos e roxos disformes. Buscando seus pares estão os sabores mesclando-se às sombras da feira noturna, Doçura amarga; acidez que tange o sal...

Foto: Berenice Farina

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